terça-feira, 29 de maio de 2012

Nilmar: "Tenho vontade de voltar a fazer gols no Beira-Rio"


Se dependesse apenas da vontade de Nilmar, a diretoria colorada já teria anunciado o atacante como reforço do Inter para a busca do tetracampeonato do Brasileirão. Convicto de que não estará na Europa na próxima temporada para ajudar o rebaixado Villareal a retornar à elite do futebol espanhol, o ex-camisa 9 do Beira-Rio interrompeu as férias com a mulher, Laura, e a filha, Helena, e abriu as portas de sua casa, no bairro Bela Vista, na Capital, para receber a reportagem de Zero Hora. Em um bate-papo de cerca de 30 minutos, o craque revelou o que todo torcedor que veste vermelho no Estado quer ouvir: o desejo de retornar ao Brasil e, pela terceira vez, encantar a torcida.

"Tenho vontade de voltar a fazer gols no Beira-Rio. Sempre que venho a Porto Alegre, acordo pela manhã e quero treinar. Estranho, né? Aí eu mato a saudade vendo os jogos do Inter pela televisão."

Para que a vontade de Nilmar se concretize, o empresário Orlando da Hora está na Europa para negociar o adeus ao Villarreal. Após três anos na Espanha, onde se deparou com uma torcida fria e passiva, sua permanência chegou ao limite com o rebaixamento do clube para a segunda divisão do Campeonato Nacional, depois de 10 anos na elite.

"Quase todos os jogadores estão saindo e eu sou um deles. Chega um momento em que é melhor mudar um pouco e ter outro ânimo. Lá teve jogo que a gente perdia e o pessoal batia palma, aqui o pessoal quebra o teu carro" — afirma.

Os números da venda, admitidos pelo próprio atacante, giram entre 8 e 10 milhões de euros, o que dificultaria uma transação para o Brasil. Nilmar admite que recebeu propostas do Inter e de clubes europeus e de São Paulo.

"Se voltar para o Brasil, a preferência é vir para o Inter. Não tem problema algum em termos salariais, a questão é o Villarreal, que fez um investimento de 15 milhões de euros quando me contratou. Sempre fui bem tratado no Beira-Rio. Quando eu saí do Corinthians lesionado, o Inter me contratou e me deu confiança."

Até as férias acabarem, no começo de julho, o jogador pretende se manter afastado do futebol, aproveitando ao máximo os amigos que cultiva desde a primeira passagem pelo Inter, até 2004. Nesta semana, o jogador promoveu um descontraído paintball com o volante Claiton e os gêmeos Diego, atacante, e Diogo, meia. O jogador ainda pretende visitar os ex-colegas Edinho e Rafael Sobis para depois passar seus últimos dias de descanso em um sítio no Paraná.

Fonte da matéria: Zero Hora / Clicrbs 

Mas ele vai voltar.... aaaaah! ♫

sábado, 26 de maio de 2012

Espírito de luta venceu, mas e a defesa?

Dorival saiu de Porto Alegre com o pensamento do empate, tanto que enfiou 3 volantes no time. Com 15 minutos de jogo já tava 2 x 0 para o Flamengo e ele não fez nada. O Inter não tava jogando mal e Dátolo, mais conhecido como "o sozinho", estava criando boas jogadas e o colorado chegava no ataque. Mas o nosso problema não é o ataque e sim nossa péssima defesa.

Não dá mais para manter Índio, todo mundo viu que o Wagner Love só jogava em cima dele, pois sabia que ia ganhar a jogada. A direção ainda quer renovar com ele! Chega! Ainda mais fazendo pênaltis infantis! Daqui a pouco o Moledo leva uns cartãozinhos amarelos, fica fora, e o Bolívar volta pra fazer dupla com o Índio! Não dá mais!

Gilberto fez o gol? Haha, piada. Quando eu vejo ele em campo, me dá uma saudade do Alecone e do Edu. Pelo amor de Deus!

O fato é que o Inter voltou para o 2º tempo sem o tal de Josimar (cruz credo, a gente cuspiu na cruz, não é possível!) e veio com o tal de Maurides (cruz credo, a gente jogou pedra na cruz, não é possível!), e mudou só a questão da retranca, pois Maurides era um ser invisível na partida.

Com uma melhor postura, Dátolo chamou ainda mais a responsabilidade para sí. Fez uma excelente partida, como na sua estreia pelo Inter. Fabrício marcou um lindo gol (que pedrada!) e Dátolo, naquilo que sabe fazer de melhor, chutou de fora da área e marcou mais um belíssimo gol.

Diante de um Inter totalmente desfigurado, o empate não foi ruim. A questão é que nossa zaga continua comentendo os mesmo erros, e a direção não faz NADA! É gol de bola parada o tempo inteiro, todos os times já sabem onde e como jogar. Se nós empatamos, foi por espírito de luta do time e pelas qualidades individuais de Fabrício e Dátolo. Mas não podemos depender disso!

Há tempos o Inter ressuscita times em crise, e hoje quase repetimos o feito. Dorival não é técnico para o Inter, nunca foi. Ou a direção para de sonhar com jogadores e os contrata logo, ou ficaremos felizes por ganharmos o gauchão e sermos eliminados da libertadores de novo!

PS: Quase morrí de rir quando Paulo Cézar Vasconcellos falou que se o Atlético-MG contratou o Jô do Inter, fez um péssimo negócio. Coitado dos atleticanos!

Foto: Alexandre Lops

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Um autêntico Campeão de Tudo

Ser colorado não é algo fácil de definir. A corneta constante, os temores pelo pior e o grau de cobrança podem parecer, à primeira vista, que se trata de uma torcida exigente e distante do seu clube. A um passo da vaia e do abandono. Mas não se engane! Ao primeiro sinal de luta, os vermelhos se vestem pra guerra e dão demonstrações de que se trata na verdade de uma torcida incomum. Ruas se enchem de fogo, hotéis são acordados com foguetórios, trajetos ao aeroporto são tomados, em poucos minutos por hordas de abnegados insandecidos, com suas bandeiras, bonés e camisas rubras.

Não é fácil compreender como aquele cara que criticava, xingava, se desesperava e dava como certa a tragédia, de repente se fardou de Inter e saiu pra rua, agora pronto pra dar o sangue pelo seu clube. Quando se vive a intensidade de uma relação real, não se fala em imortalidade. Por que se vivem bons e maus momentos. Vitórias e derrotas. E o colorado é alguém vivo, que sente fortemente tudo o que o seu clube vive. Ao colorado não é colocada a opção, tão comum a outros "simpatizantes", de aposentar momentaneamente a camisa, até que as vitórias reapareçam. Por que o Inter foi cria da teimosia, da dedicação de alguns que se propuseram a pensar o mundo de um jeito diferente. Um mundo talvez, mais original. Um mundo que às vezes trouxe momentos difíceis, mas que sempre testemunhou o esforço demasiado humano dos torcedores rubros, de se erguerem acima das dificuldades e construírem uma realidade diferente onde antes havia, por exemplo, apenas água e um rio.

Não, meu amigo, não se engane. A aparência de ceticismo esconde uma entrega incomum. A reflexão crítica e por vezes cruel antecipa um povo que vive essencialmente pelo e para o coração. Quem conhece o colorado sabe o que é ter coração, já diz a música. O Clube do Povo é uma realidade inversa: é o povo que é do clube. E o clube, sua expressão. Então, quande deparares com um colorado numa véspera de decisão e olhares a sua tensão, o roer de unhas e o pessimisto incontido, não te deixes levar. Estás diante de uma espécie rara. Assim que a peleja se anunciar, nos primeiors acordes do dia, ele vai se juntar aos seus e, de camisa vermelha, vai cantar até o fim. E seja o final como for, ele terá vencido. Pois ali, na superação do medo e do ceticismo, vai estar um vencedor, um legítimo inconformado, um autêntico Campeão de Tudo.

 Autor desconhecido

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Brasil, o país do time misto

Por: Luiz Zini

Clubes, jogadores, dirigentes, técnicos e torcedores ainda não entenderam o conceito do Brasileirão. Em nome da Libertadores e da Copa do Brasil, alguns times usam reservas, mistos reforçados com o banco do banco. Esfriam a estreia da mais importante competição nacional. Afastam o torcedor do estádio, o viciam ainda mais no PPV.

A média de público em 2011 não encostou nos 15 mil torcedores por jogo. Não vai melhorar tão cedo.

Ao contrário da Europa que, em começo de temporada, usa todo mundo em todas as competições, o Brasil poupa. O futebol recomeçou no final de janeiro, 17 semanas em ação, e os mistos já estão campo e ilustram até o Corinthians, campeão no ano passado. Não há sentido porque não existe desgaste. Ainda.

O início do Brasileirão se choca com as quartas de final de dois torneios célebres. Ao contrário de países onde a profissão de atleta está mais avançada, conscientizar jogador brasileiro na sua casa é mais difícil.

Lá fora, ele ouve mais, se concentra mais, atende mais. No Brasil é quase impossível motivar o jogador em duas competições ao mesmo tempo. Ele tem a bênção de técnicos e dirigentes e busca concentração nos jogos mais importantes.

Sem chuteiras, observa, às vezes no próprio estádio, os mistões da vida

domingo, 20 de maio de 2012

1ª vitória. Que venham mais

Começar com vitória no brasileirão é sempre muito bom. Difícil é manter a postura o campeonato inteiro. O fato é que a torcida foi, apoiou e o Inter venceu. Não houve brilhantismo do time, senti até uma certa acomodação no 2º tempo que me irritou um pouco.

A troca de passes para o 2º gol foi maravilhosa, digna de aplausos. Foram 14 passes até a conclusão de Dagoberto. Não houve pressa e sim construção de uma boa jogada. Quero mais disto. O gol de Damião foi muito bonito, pois o centroavante não desistiu do lance, o que dá mais crédito para ele.

No 2º tempo o Inter deu mais espaço para o Coritiba tentar jogar. Não deu em nada, mas demos algumas bobeiras. Fabrício não jogou bem, assim como é de praxe Élton. Guiñazú a aplicação de sempre e Oscar mandando ver nos dribles.

Na saída de campo, Damião disse que o grupo está muito focado. Assim espero. Juro que quero acreditar nisso. De uma coisa eu sei - quero D'alessandro contra o Flamengo.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Submarino Amarelo afunda e Nilmar desabafa: "Um ano para esquecer"

Uma temporada para nosso ídolo Nilmar definitivamente esquecer. Na tarde de domingo, o Villarreal acabou rebaixado. O rebaixamento aconteceu faltando apenas cinco minutos para terminar o campeonato. O artilheiro da Europa League, Falcão García, marcou aos 43 minutos do segundo tempo o único gol do Atlético de Madrid, no estádio El Madrigal. O Villarreal perdeu pelo placar mínimo em casa, mas foi o suficiente para acabar com a temporada do ‘submarino amarelo’ e de Nilmar.

Nilmar comentou sobre a situação do Villarreal:

"Nós não fizemos o que tínhamos de fazer toda a temporada. Eu nunca tinha passado por isso, um ano para esquecer. Os fãs estão tristes, mas nós que jogamos, muito mais."

É triste demais, mas temos que concordar que tudo foi questão de incompetência administrativa do clube espanhol. Em minha modesta opinião, sempre achei a ida de Nilmar para o Villarreal deveras precipitada e errada. É um clube pequeno demais para um jogador como Nilmar. Desejo do fundo do meu coração, a força necessária para ele superar tudo isso. Estamos com você Nilmar !

Ontem, enquanto Nilmar estava na Espanha, Laura e Helena estiveram no Beira-Rio para apoiar o colorado. Helena entrou com Índio e até posou para a foto da equipe. Linda demais nossa guria!

Agora, com o rebaixamento do Villarreal, o esperado é que Nilmar seje negociado pelo clube para aliviar o caixa do submarino. Muitas especulações já estão começando a surgir, e é claro, uma delas é de que o Inter estaria avaliando a situação do jogador. Vamos ver no que vai dar!

Fonte de Informações: UOL / Fã Clube Oficial Nilmar N9

domingo, 13 de maio de 2012

Súbita alegria

A eliminação na libertadores é um peso em nossas costas que não desaparecerá tão cedo. Mesmo diante de muitas incertezas, a torcida não abandonou o time. Eu não abandonei. Confesso, estou ainda muito triste com o que aconteceu quinta-feira e sabia que mesmo com a conquista do gauchão, essa tristeza não diminuiria. E achava sim, que o Inter poderia perder esse título e agravar mais nossa situação. Mas não, estava enganada. Esqueci que depois de uma derrota, não se deve abaixar a cabeça. Só sei que deixei de passar um domingo mais tranquilo, com a minha família comemorando o dia das mães, para apoiar o time que me faz verdadeiramente feliz - na alegria e até mesmo na tristeza.

Foi difícil ver nosso 1º tempo. O rosto de D'alessandro estampava uma preocupação que todos sentiam. Quando tomamos o gol, eu vi um gigante estremecer, ruir, em questão de segundos. Digo segundos, pois nada melhor que o alívio de ter um camisa 10 que salva, e salva sempre. Quando D'ale, enfim entrou, com a faixa de capitão e toda a responsabilidade, pensei: "Não tem como não dar certo."

E tudo aquilo que o time precisou contra o Flu, estava alí, na nossa frente. Um maestro que sabe como ninguém cadenciar o jogo e ser o mais criativo possível. A bola não queria entrar, nem de pênalti, nem de chute, de nada. Mas somos predestinados. Mesmo diante do baque que fez tremer a honra de todos os colorados na quinta, tínhamos que ser campeões.

Pela 1ª vez, nessas 4 temporadas ao lado do Inter, eu não comemorei os gols marcados por Sandro Silva e Damião. Por dentro eu estava feliz pelos gols, mas não saiu de minha boca a palavra gol ou graças a Deus. Comemorei internamente, comigo mesma. Foi linda a festa da torcida e seu apoio maravilhoso o jogo inteiro, mas ainda não estou completamente feliz. Eu chorei de emoção ao ver D'alessandro vibrar com tanta vontade perante todas as nossas incertezas como time. Mas, a eliminação na Libertadores, como ele mesmo disse, "ainda dói muito".

Sim, deixem eles comemorarem. Eu mesma não consegui até agora. Mas, em especial D'alessandro, que não pôde fazer nada para evitar a tragédia de quinta, eu deixo minha total alegria. Vê-lo de volta é uma satisfação muito grande. Vê-lo levantar a taça conquistada a duras penas (infelizmente) me devolveu parte da alegria perdida.
É isso, meus caros colorados. Eu disse que o gauchão não aliviaria a dor, mas amenizou-a. Temos muita coisa para reorganizar antes do brasileirão, mas o sorriso de D'alessandro me traz esperanças.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Assumindo as hipóteses

Horas antes do jogo de ontem, estava eu lendo a reportagem feita pelo globoesporte.com, sobre Luís Fernando Veríssimo e seu jogo inesquecível. O repórter o questionou sobre o Inter de hoje. O escritor apenas disse: "O Inter é um time hipotético".

Fiquei pensando nessa frase o jogo inteiro, como se ele tivesse realmente dito uma verdade difícil de engolir. Mas, Veríssimo não mentiu. Desde meados de 2010 vivemos de hipóteses. Volta e meia temos infinitas incertezas no time - cito em especial a zaga e a lateral. Todos falam as mesmas coisas desde que perdemos para o Mazembe, e desde o mundial, temos as mesmas hipóteses: Ah, ano que vem vai ser melhor; Ah, agora vamos focar no Brasileirão; Ah, o time é muito bom... e blá, blá, blá..."

Dorival Jr. entregou o jogo para um Fluminense nada assustador, que jogou atrás todo o tempo. O Inter mandou no jogo inteiro! Mas Dorival ficou com 3 volantes e 1 atacante até 20 minutos do 2º tempo e queria vencer o jogo de qualquer forma. Um absurdo nosso time ser comandado por um técnico medroso!

O time não jogou mal, lutou muito e tentou fazer o gol de qualquer forma. Tivemos garra e determinação, mas o Inter é um time previsível demais, por possuir uma defesa tão vazada. A bola parada é o nosso ponto fraco, que é fraco mesmo! Tomamos 2 gols idênticos!

Esse era meu medo na noite de quinta - que o Inter caísse de novo nas oitavas e que, junto dele, caíssem lágrimas rubras do céu. É tão decepcionante, que a ficha ainda não caiu.

E o pior vem no domingo. A diretoria colorada vai querer tapar o sol com a peneira se o Inter vencer o gauchão. Depois do jogo de ontem vencer o gauchão é uma obrigação, afinal o Inter só vence time pequeno (contando com o grêmio nessa aí também).

Quando veio o final da partida, pensei na frase de Luís Fernando Veríssimo como uma verdade jamais dita. E aí lembrei de Falcão dizendo a verdade e sendo punido por isso. Sim colorados, vivemos da hipótese de um bom time que vencerá o brasileirão de 2012. Acordem, a verdade já foi dita e nada foi feito para mudar!

Estamos fora, paciência. Mas não será um gauchão que resolverá o problema.

domingo, 6 de maio de 2012

O choro do alívio

Um jogo diferente só pela simples presença de Oscar na lista dos titulares. Ele é a nossa esperança de bom jogo quando temos tantos desfalques importantes. Mas a partida foi, digamos, difícil. Perdemos muito em produção sem Dátolo. Mas fomos com Jajá e Oscar mesmo, até porque nosso time era metade reserva.

Deu no que deu, empate fora de casa, com um lindo gol de Oscar. No Gigante teremos nossa força máxima e nossa torcida lotando qualquer espaço vago.

Focando em Oscar nesse momento, quero dizer que ele chorou porque, depois de 47 dias impedido de exercer sua função e utilizar do talento concebido por Deus, ele se reencontrou com o alivio de jogar futebol. O choro angustiado de uma pessoa massacrada pela injustiça dos ambiciosos paulistas, invejosos de não possuírem tal jóia. A jóia que teve sua realização como profissional diante do Gigante de concreto chamado Beira-Rio.

Oscar marca sua volta triunfal com um belíssimo gol, sob olhares maliciosos daqueles que ainda desejam o prejudicar. Ele sabe que a luta por sua liberdade de escolha ainda não acabou, mas ele tem ao seu lado milhares de alvirrubros dispostos a brigar por ele, em qualquer circunstância.

Nosso pequeno gênio, derrame suas lágrimas sem culpa. Tú tens pela frente o caminho das glórias. Não está sozinho, de forma alguma. Estamos todos nessa briga com você. Até porque, tú também és responsável por nossa alegria e realização como torcedores do Internacional.

Portanto, contamos com o apoio da massa colorada no próximo domingo, para alcançarmos o 41º título do gauchão. Com todo respeito ao Caxias, mas nós somos muito mais Inter dentro do Gigante.

Agora é Libertadores, com nossa força total !
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